Mamães obrigada por me permitir existir...
Fico pensando como deve ser uma mãe (no meu caso, como é ser
várias)... é esperar nove meses com uma barriga enorme, sem um jeito certo para
dormir ( se é que conseguia nos últimos dias), com aquele desejo incansável de
nos conhecer (maninho, eu e priminhos (as)), ou acompanhar todo esse processo
de perto, é ter que limpar nossa fralda quase toda hora, porque nós só iríamos
conseguir isso mais tarde, é perder noites em claro porque não conseguimos
dormir com pesadelo ou quando estamos doente (nos encher de amor neste momento),
entender o que eu queria quando nem falar eu sabia (como só vocês sabiam meus
efeitos sonoros), é ensinar a andar, falar, levar na escola, ajudar com os
deveres, nos defender dos amigos que nos batiam (no meu caso RS), nos consolar sempre
que era preciso (e ainda faz isso muito bem), dar os primeiros conselhos de
moda, de vida (exemplo fantástico que só vocês tem), fazer o possível e o impossível
para me ver sorrindo, me fazer crescer... me ver criança de novo (após torcer o
joelho), voltar a me dar banho, praticamente me carregar de novo no colo, me
ajudar a andar (...), aceitar que estava crescendo, me ajudar a continuar, me dar as devidas broncas, os melhores conselhos, pedir pra a Deus pra trocar de lugar comigo para sentir minha dor (cólica de
rins), mesmo sabendo que um dia quase te perdi por essas pedrinhas, estar
presente sempre nos meus dias, se as minhas verdadeiras amigas por mais de décadas
(tenho 20 aninhos ahaha)
Estou à semana toda pensando no que escrever para minhas mães.
Então comecei escrever o que elas fezeram por mim e assim descobri que o amor
existente em mim, veio de todas ELAS... INCONDICIONALMENTE! AMO VOCÊS ♥




Nenhum comentário:
Postar um comentário